ELISA RIBEIRO
DA REDAÇÃO
O prefeito eleito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), que atualmente ainda é deputado federal, e mais dois parlamentares de Mato Grosso saíram em defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), após ele ter sido indiciado por supostamente liderar a tentativa de golpe depois da derrota nas eleições de 2022. "Confio plenamente em sua inocência", defendeu o coronel Assis (União).
Sem citar diretamente o nome de Bolsonaro, Abílio Brunini também se posicionou após a conclusão do inquérito da Polícia Federal. "A injustiça que se faz a um é uma ameaça que se faz a todos. (...) E a injustiça feita por quem deveria guardá-la é uma ferida aberta no coração da sociedade".
Jair Bolsonaro e mais 66 pessoas foram indiciadas pela Polícia Federal por fomentar os atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023.
Além disso, está sendo investigado por estar por trás das armações para matar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o seu vide Geraldo Alckmin (PSB) e ainda o ministro Alexandre de Moraes.
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“Mais uma vez, testemunhamos uma tentativa clara de perseguição política contra Jair Bolsonaro, o maior líder conservador que o Brasil já teve. […] Bolsonaro tem o meu total apoio e o da maioria dos brasileiros, que reconhecem o seu compromisso com o país e sua luta incansável por um Brasil mais justo e soberano”, disse o congressista por meio de suas redes sociais.
Assis afirmou por meio das redes sociais, que o indiciamento não muda a confiança do povo no ex-presidente. "Bolsonaro tem o meu total apoio e o da maioria dos brasileiros, que reconhecem o seu compromisso com o país e sua luta incansável por um Brasil mais justo e soberano. Confio plenamente em sua inocência, porque sei que ele é um homem de caráter, íntegro e leal aos princípios que defende".
“Presidente, saiba que não está sozinho! Seguiremos firmes ao seu lado, enfrentando qualquer injustiça com coragem e determinação. A verdade prevalecerá, e o Brasil continuará a ter em você uma inspiração para nunca desistir daquilo que acreditamos”, finalizou.
O deputado federal José Medeiros (PL) também defendeu Bolsonaro por meio da imprensa, dizendo que o objetivo é tirá-lo da disputa presidencial em 2026. "Essa delegacia que foi montada dentro do STF [Supremo Tribunal Federal] está a serviço de um projeto que é alijar o PL totalmente de 2026. Já digo desde então que não vão conseguir".
"Eles queriam, de pronto, prender Bolsonaro. A gente percebeu. Não prendeu porque viu a força que ele tinha nas ruas. Diretamente esses analistas de poltrona que a gente assiste dizem claramente: 'eles estão esperando o momento certo, esperar enfraquecer Bolsonaro. Eles pretendem fazer isso', enfatizou Medeiros.