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20 de Maio de 2024, 07h:53 A- A+

Destaque / REFÚGIO SEGURO

Entenda como o RS está construindo "cidades provisórias" para abrigar vítimas de enchentes

Visando abrigar as vítimas desalojadas com áreas temporárias com um refúgio seguro, estão sendo construídas “cidades provisórias” em quatro municípios que abarcam mais de 65% da população vítimas das enchentes

PAULA VALÉRIA
DA REDAÇÃO

O governo do Rio Grande do Sul iniciou um projeto audacioso em resposta às devastadoras enchentes que assolaram a região. Visando abrigar as vítimas desalojadas, estão sendo construídas “cidades provisórias” em quatro municípios que abarcam mais de 65% da população desabrigada. Essas áreas temporárias fornecerão um refúgio seguro enquanto medidas de longo prazo estão sendo planejadas.

Em parceria com organizações não governamentais e voluntários, o governo está trabalhando para acelerar a construção e garantir que as cidades provisórias sejam erguidas de forma rápida e eficiente. A solidariedade e união da comunidade têm sido fundamentais nesse processo de reconstrução e reabilitação das áreas afetadas pelas enchentes.

A iniciativa demonstra o compromisso do governo em atender as necessidades imediatas das vítimas e buscar soluções inovadoras para lidar com situações de emergência. Espera-se que as cidades provisórias possam servir como modelo para futuras situações de desastres naturais, garantindo uma resposta mais eficaz e organizada por parte das autoridades.

"Cidades provisórias"

Diferente das cidades convencionais, que englobam aspectos de lazer, trabalho e educação, as “cidades provisórias” é uma serão complexos de abrigos temporários, os espaços são estritamente para moradia e suporte básico durante a crise.

Localização e Infraestrutura

As localizações escolhidas para as instalações provisórias são estratégicas, situadas próximas aos principais pontos de trabalho e referência da comunidade local.

Cada cidade provisória será equipada com cômodos individuais para famílias, banheiros com chuveiros, cozinhas, lavanderias e áreas destinadas para crianças e animais de estimação. Esta infraestrutura visa respeitar a privacidade e as necessidades básicas dos desabrigados durante sua permanência temporária.

De acordo com o diretor do CENACID e consultor da ONU,  Renato Lima, em desastres ambientais e naturais, a resposta do Rio Grande do Sul está alinhada com padrões internacionais. Ele compara com situações como o terremoto no Haiti em 2010, onde abrigos temporários chegaram a abrigar até 50 mil pessoas em tendas comunitárias.

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Locais Elegidos para Abrigos

- Porto Alegre: o local escolhido é o Porto Seco, situado na Zona Norte da cidade.

- Canoas: as instalações serão montadas no Centro Olímpico Municipal.

- São Leopoldo: o local designado é o Centro de Eventos.

- Guaíba: ainda está sendo finalizada a decisão sobre a localização apropriada.

O planejamento detalhado e a execução cuidadosa são essenciais para que essas medidas provisórias sejam eficazes sem comprometer o bem-estar a longo prazo das comunidades afetadas.

É importante ressaltar a importância da prevenção e mitigação de desastres naturais, bem como a necessidade de investimento em infraestrutura resiliente e políticas públicas eficientes para proteger a população em situações de crise. A solidariedade e o apoio mútuo são fundamentais para superar desafios e reconstruir comunidades afetadas por desastres naturais.

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